sábado, 13 de abril de 2013

ESPAÇO UNIÃO_escritora_REGINA SORMANI_LANÇAMENTO_POESIASAGRANEL_youtube

Entrevista da escritora Regina Sormani, durante evento literário realizado no ESPAÇO UNIÃO da cidade de Jaú. 
Entrevistadora -  Adriana Roveroni

sexta-feira, 12 de abril de 2013

ESPAÇO UNIÃO_escritora_REGINA SORMANI_LANÇAMENTO_POESIASAGRANEL_youtube

Evento literário no Espaço União  livraria e Café da cidade de Jaú.
Entrevista com Adriana Roveroni para a TV Jaú

quinta-feira, 31 de março de 2011

Para Édio Sormani

Meus caros!
O Jornal da Cidade de Bauru publicou esta carta escrita pelo dr.Fernando Lopes, advogado da minha família. Nesta carta, ele se despede do meu irmão, Édio Sormani que nos deixou dia 31 de janeiro de 2011.
Um grande abraço,
Regina Sormani


05/02/2011 - Cartas

Édio Sormani

Já faz alguns anos que proibi terminantemente que meus amigos morressem. Infelizmente, um ou outro insiste em desobedecer. Na segunda-feira morreu meu amigo Édio Sormani, advogado, jornalista, poeta, mestre, mas sempre o amigo de todas as horas. Uma das pessoas mais engraçadas que já vi - embora também uma das mais irascíveis. Ria por nada, da mesma maneira que xingava por quase tudo. Mas também rolava de rir de nossas desventuras advocatícias, quanta saudade delas. Enfim, no frigir dos ovos, a média é muito positiva. Era (e continuará sendo) inesquecível.

Desconfiado, companheiro, honesto, irônico, palmeirense, italianófilo, praguejador, frasista de efeito, cachimbista arrependido, caçador, piadista, sedutor, conversador, teimoso como uma mula, contista, leitor voraz, ansioso, político, pessimista de plantão, trabalhador, profissional combativo, contador de “causos” hilários, protagonista de “causos” mais hilários ainda, eterno galanteador, pai, avô. Em resumo, esse era o Édio, se fosse possível resumir uma pessoa tão complexa.

Era uma daquelas pessoas que dois indivíduos descreveriam de forma completamente diferente. E talvez ambos tivessem razão. Uma coisa é indiscutível: polêmico ou não, provocador ou não, contraditório ou não, Édio era mais do que um simples indivíduo; era uma pessoa folclórica. Poucos chegam a esse patamar, mesmo em cidades pequenas, onde ainda se cultiva essa deliciosa fama boca-a-boca que a internet (ainda) não matou.

As histórias, as piadas, as pragas e as decisões dele vão fazer falta. Pra muita gente. Um amigo que muitos tiveram, um amigo e companheiro que tive o prazer de ter. E isso foi privilégio de poucos. Choram os amigos, chora a família. E todos os que ele ajudou nessas décadas de advocacia - e não foram poucos. Muitos por pura amizade. Descanse em paz e não apronte muito do lado de lá.


Fernando Montes Lopes

sexta-feira, 11 de maio de 2007

Nice Lopes


Nice Lopes, contadora de histórias, vem trabalhando com meus livros há vários anos. Dentre as peças encenadas, posso citar: A Borboleta Bela e a Rosa Amarela, Bichinhos do Zoológico, Baleia Azul, Mico-Leão0Dourado, etc.
Contato: 0xx11-63346503 e 0xx11-76063231